CREARE SOLUCOES & DESIGN

11 de dezembro de 2009

Ganhe mais espaço em casa

Arquivado em: CASA, DICAS DE DECORAÇÃO — admin @ 13:28

04/12 - 07:45hrs

Especialistas dão dicas de como usar a decoração para criar a sensação de amplitude

Anamaria Rinaldi, iG São Paulo

 

Com as casas e apartamentos cada vez menores, saber usar alguns truques de decoração para criar a ilusão de amplitude ou, de fato, ganhar mais espaço nos ambientes, se torna essencial para que a residência seja confortável, sem oprimir os moradores.

Segundo a arquiteta Brunete Fraccaroli, a melhor opção é utilizar o velho truque do jogo de espelhos, mas nesse caso, não adianta ter peças pequena. “Espelhar uma das paredes inteira, do chão ao teto, cria a sensação de profundidade.”


No projeto de Sueli Adorni, o espelho ocupa a parede toda.

Mas não faça isso com a maior parede de cômodo para ter que o tiro não saia pela culatra. Uma dica é posicionar o espelho no menor lado do ambiente, de frente para onde houver mais móveis, como a sala de jantar, por exemplo. “Isso dá a impressão de que o espaço é maior e possui mais elementos”, afirma a designer de interiores Vanessa Trad.

Menos é mais

Quando for mobiliar a casa, lembre-se que quanto mais peças forem colocadas num mesmo espaço, menor o ambiente parecerá. É preferível ter um sofá de três lugares e uma poltrona, a dois sofás, um de dois e outro de três lugares. Dessa forma, se terá o mesmo número de assentos, porém, ocupando menos espaço.

Além do número de móveis, a escolha dos modelos também faz diferença. “O melhor é ter um mobiliário todo com a mesma altura e, de preferência, não muito altos. Evite sofás e poltronas com encosto alto. Até mesmo esculturas muito volumosas fazem o ambiente ficar menor”, diz Vanessa.


Dê preferência a cores claras e padronize a altura do mobiliário.

A arquiteta e designer de interiores Sueli Adorni ainda dá outra dica. “Quadros, telas e imagens com profundidade, além de fotos em perspectiva também ampliam o ambiente, principalmente se forem grandes.”

A escolha das cores é fundamental

Adotar cores claras e neutras nas paredes, móveis e cortinas ajuda a criar a sensação de amplitude. “Assim como colocar um tapete de cores neutras que pegue todo ambiente, também é recomendável”, diz Brunete. Contudo, ela não indica que se separe a parede com dois tons diferentes, o que pode criar um efeito contrário ao desejado.

Além da pintura, outras alternativas de revestimentos podem ser usados na parede, mas a regra geral deve ser mantida. “Se quiser colocar papel de parede é melhor escolher tons neutros e claros, como branco, bege, marrom ou creme. Estampas ou modelos mais coloridos devem ser aplicados em apenas uma parte do cômodo”, diz Vanessa.

Linhas verticais na parede também podem ser empregadas para alongar o ambiente, seja num papel de parede ou com a ajuda de lambris.


Linhas verticais alongam o espaço como na sala de Vanessa Trad.

Sueli afirma que o teto e o piso devem ser de tons claros, principalmente branco, para deixar o pé direito maior. “No piso, o melhor é empregar um revestimento frio, mas se a pessoa faz questão de ter o piso de madeira, recomendo adotar uma cor mais escura, como ipê, para contrastar com o teto claro”, afirma Vanessa.

Aposte no jogo de luz e sobra

A iluminação também é importante. “Uma dica é posicionar luminárias em locais estratégicos, criando focos de luz pontuais”, diz Brunete. Para Vanessa, quanto mais claro o ambiente, mais amplo ele parecerá. “Para complementar pode-se empregar luz direta em uma parede ou focada em um quadro. Isso ajuda a destacar outras coisas que não o tamanho do ambiente”, diz.


Brunete Fraccaroli valeu-se de imagem gigante e iluminação pontual.

Para ampliar o corredor, uma solução é iluminar uma das paredes e ter poucos quadros ou gravuras. “É melhor ter uma imagem maior a várias pequenas”, diz Brunete. Vanessa recomenda também empregar luminárias pequenas, que podem estar com o facho de luz voltado para cima.

Fonte:http://casa.ig.com.br/noticia/2009/12/04/ganhe+mais+espaco+em+casa+9169954.html

Cacos cerâmicos são recicláveis

Arquivado em: DICAS DE DECORAÇÃO — admin @ 13:25

08/12/2009 - 20:19

Olá. Tudo bem? Tenho um banheiro em casa que teve algumas cerâmicas arrancadas e agora também não tem janela. Gostaria de saber como posso tapar os lugares que estão sem cerâmica com outro tipo de material? Tem algum material reciclado que posso usar nestes lugares e que seja barato?
Obrigada?

 

Olá Priscila, que tal se você usar a velha técnica de caquinhos cerâmicos?Podem ser feitos  em qualquer tipo de cerâmica, de preferência eu faria em lugares espalhados pelas paredes dando a idéia que você fez proposital, me entende?Eu daria uma homogeneizada no visual escolhendo em cada parede um canto para preencher com os cacos: eles podem ser da mesma cor do seu revestimento ou coloridos.Neste caso você teria que comprar ou conseguir umas peças soltas para poder produzir os cacos.Se  fosse igual ao existente bastava você retirar umas outras peças da parede e quebrar!Muito reciclável eu diria!

 

Veja também este exemplo que placa telada que já vem pronta em forma de caquinho de Mosaico invecchiatto bianco, telado (30 x 30 cm) composto de cacos de cerâmica envelhecida e esmaltada. Da Lepri, R$ 134,90 o m²

 ac-0261-revestimentos-ceramicas_24 

 

 DCAM1965

Mais imagens de trabalhos em mosaico:

http://oficinademosaico.blogspot.com/2009_07_01_archive.html

 

 

 

 

Viajando pela rede achei muito curioso este artigo sobre a “febre” de revestimentos de cacos de cerâmica que marcou época na nossa capital

“O mistério do marketing das lajotas quebradas”. 

 

Por Eng. Manoel Henrique Campos Botelho

 

Pode algo quebrado valer mais que a peça inteira? Aparentemente não. Mas no Brasil já aconteceu isto, talvez pela primeira vez na história da humanidade. Vamos contar esse mistério.

Foi na década de 40 / 50 do século passado. Voltemos a esse tempo. A cidade de São Paulo era servida por duas indústrias cerâmicas principais. Um dos produtos dessas cerâmicas era um tipo de lajota cerâmica quadrada (algo como 20×20cm) composta por quatro quadrados iguais. Essas lajotas eram produzidas nas cores vermelha (a mais comum e mais barata), amarela e preta. Era usada para piso de residências de classe média ou comércio.

No processo industrial da época, sem maiores preocupações com qualidade, aconteciam muitas quebras e esse material quebrado sem interesse econômico era juntado e enterrado em grandes buracos.

Nessa época os chamados lotes operários na Grande São Paulo eram de 10×30m ou no mínimo 8 x 25m, ou seja, eram lotes com área para jardim e quintal, jardins e quintais revestidos até então com cimentado, com sua monótona cor cinza. Mas os operários não tinham dinheiro para comprar lajotas cerâmicas que eles mesmo produziam e com isso cimentar era a regra.

Certo dia, um dos empregados de uma das cerâmicas e que estava terminando sua casa não tinha dinheiro para comprar o cimento para cimentar todo o seu terreno e lembrou do refugo da fábrica, caminhões e caminhões por dia que levavam esse refugo para ser enterrado num terreno abandonado perto da fábrica. O empregado pediu que ele pudesse recolher parte do refugo e usar na pavimentação do terreno de sua nova casa. Claro que a cerâmica topou na hora e ainda deu o transporte de graça pois com o uso do refugo deixava de gastar dinheiro com a disposição.

 

 

Agora a história começa a mudar por uma coisa linda que se chama arte. A maior parte do refugo recebida pelo empregado era de cacos cerâmicos vermelhos mas havia cacos amarelos e pretos também. O operário ao assentar os cacos cerâmicos fez inserir aqui e ali cacos pretos e amarelos quebrando a monotonia do vermelho contínuo. É, a entrada da casa do simples operário ficou bonitinha e gerou comentários dos vizinhos também trabalhadores da fábrica. Ai o assunto pegou fogo e todos começaram a pedir caquinhos o que a cerâmica adorou pois parte, pequena é verdade, do seu refugo começou a ter uso e sua disposição ser menos onerosa.

Mas o belo é contagiante e a solução começou a virar moda em geral e até jornais noticiavam a nova mania paulistana. A classe média adotou a solução do caquinho cerâmico vermelho com inclusões pretas e amarelas. Como a procura começou a crescer a diretoria comercial de uma das cerâmicas descobriu ali uma fonte de renda e passou a vender, a preços módicos é claro pois refugo é refugo, os cacos cerâmicos. O preço do metro quadrado do caquinho cerâmico era da ordem de 30% do caco integro (caco de boa família).

Até aqui esta historieta é racional e lógica pois refugo é refugo e material principal é material principal. Mas não contaram isso para os paulistanos e a onda do caquinho cerâmico cresceu e cresceu e cresceu e , acreditem quem quiser, começou a faltar caquinho cerâmico que começou a ser tão valioso como a peça integra e impoluta. Ah o mercado com suas leis ilógicas mas implacáveis.

Aconteceu o inacreditável. Na falta de caco as peças inteiras começaram a ser quebradas pela própria cerâmica. E é claro que os caquinhos subiram de preço ou seja o metro quadrado do refugo era mais caro que o metro quadrado da peça inteira… A desculpa para o irracional (!) era o custo industrial da operação de quebra, embora ninguém tenha descontado desse custo a perda industrial que gerara o problema ou melhor que gerara a febre do caquinho cerâmico.

De um produto economicamente negativo passou a um produto sem valor comercial a um produto com algum valor comercial até ao refugo valer mais que o produto original de boa família…

 

 

 

 

 

 

 

A história termina nos anos sessenta com o surgimento dos prédios em condomínio e a classe média que usava esse caquinho foi para esses prédios e a classe mais simples ou passou a ter lotes menores (4 x15m) ou foram morar em favelas.

São histórias da vida que precisam ser contadas para no mínimo se dizer:
– A arte cria o belo, e o marketing tenta explicar o mistério da peça quebrada valer mais que a peça inteira… “

 

autor: Manoel Henrique Campos BotelhoFonte:http://colunistas.ig.com.br/dicasdaarquiteta/2009/12/08/cacos-ceramicos-sao-reciclaveis/

Vida longa aos arranjos florais

Arquivado em: DICAS DE DECORAÇÃO — admin @ 13:21

11/12 - 07:45hrs

Faça as flores durarem mais na água neste verão

Lila de Oliveira, especial para o iG

 

Arranjos feitos com flores cortadas podem ser ótimas opções para enfeitar a casa em festas e jantares. Mas por não contarem com grande estrutura para se alimentar, sua duração em geral é curta. Para prolongar a sobrevida, alguns artifícios usados por floristas profissionais podem ser de grande valia.

Começe lavando o recipiente onde posicionará as flores. Utilize água e detergente. O artista floral Luís Evangelista indica a colocação de aproximadamente três dedos de água antes de montar o arranjo.

“Troque a água do vaso pelo menos duas vezes por semana e, a cada troca, corte as hastes das plantas na diagonal, deixando cerca de 10 cm sem folhas. Quando o corte é reto, a área de contato com o líquido fica menor e, consequentemente, absorve-se menos água”, diz. 

Para a florista Stans Scheltinga, é necessário usar um canivete bem afiado e inserir as plantas no vaso uma a uma, assim que forem cortadas, “para as células não secarem”. “Retire as flores ‘machucadas’ ou amareladas e o arranjo se desenvolverá melhor. Remova também folhagens que estiverem em contato com a água, pois elas propiciam a proliferação de bactérias.” 

A água deve estar na temperatura ambiente e é importante manter o arranjo em um local não muito claro se não quiser que as flores abram muito rápido.

Atente-se, ainda, para as condições de ventilação, pois correntes de ar tornam os botões murchos. Fluídos conservantes – disponíveis em floriculturas e casas de jardinagem – também ajudam, pois garantem a beleza do arranjo por pelo menos mais quatro dias.

Para o seu arranjo floral durar mais tempo, a dica de Luís Evangelista é optar por flores tropicais como antúrios, helicônias e alpínias. “Se bem cuidadas, elas podem sobreviver até 15 dias no arranjo”, afirma. Espécies de clima temperado, como rosas, gérberas, lírios, lisiantos e hortênsias costumam durar de sete a oito dias.

Fonte:http://casa.ig.com.br/noticia/2009/12/11/vida+longa+aos+arranjos+florais+9230271.html

Casa transparente

Arquivado em: MOVEIS SOB MEDIDA — admin @ 13:06

10/12 - 14:49hrs

Tecnologia permite levar o vidro a grandes áreas residenciais sem perder a privacidade

Cáren Nakashima, especial para o iG

 

Casas com vistas incríveis, como as localizadas à beira da praia ou no alto de montanhas isoladas, merecem trazer para dentro dos ambientes a beleza da natureza ao redor. Para isso, nada melhor do que contar com a transparência do vidro no lugar de pesadas paredes de alvenaria.

Perfeitas para integrar e ampliar ambientes, como fez Roberto Migotto, no projeto Casa Trancoso, e o escritório Libeskindllovet Arquitetos, na residência projetada à beira de um lago em São Luís do Paraitinga, as grandes folhas transparentes ainda trazem maior iluminação e ventilação aos projetos.

“Até mesmo uma escada com degraus de vidro pode ser usada para trazer leveza e amplitude a ambientes com dimensões reduzidas”, afirmam o arquiteto Fernando Oliveira, do escritório Szabó e Oliveira Arquitetura.

Fachada de vidro em projeto do escritório Libeskindllovet Arquitetos.
Tecnologia a favor

Ao contrário do que se conseguia no passado, novas tecnologias já permitem que se use o vidro em grandes estruturas com mais segurança e facilidade de instalação. Mas é imprescindível que, antes de tudo, a chapa de vidro seja beneficiada de acordo com a necessidade da aplicação. Processamentos como laminação e têmpera são alguns dos recursos usados para conferir novas características ao material, aumentando sua segurança e resistência.

Pisos de vidro e guarda-corpos, por exemplo, devem ser laminados e possuir resistência superior, além de receber cuidados necessários para evitar trincas e compressão.

O projeto de Roberto Migotto traz a piscina para a sala por meio de panos de vidro e grandes aberturas.

Privacidade garantida

Mas se trazer a natureza para dentro de casa é desejável, o oposto nem sempre é uma boa ideia e, por isso, muito projetos acabam sendo colocados em risco por medo de comprometer a privacidade dos moradores.

Entretanto, já é possível contar com materiais impressos, que funcionam como texturas de um dos lados das chapas de vidro, que garantem a entrada de luz, sem mostrar o que ocorre dentro do cômodo.

“As texturas devem ser escolhidas de acordo com a necessidade do projeto: decoração, iluminação difusa, garantir privacidade sem escurecer o ambiente”, afirma Katia Sugimura, coordenadora de marketing da Saint-Gobain Glass.


A dupla Silvia Brawerman e Sofia Smaletz usou o vidro como recurso de iluminação e decoração para a fachada.

NA LINHA DO HORIZONTE

Arquivado em: PISCINA — Tags: — sarah @ 12:40

 

 

 

 

Na linha do horizonte
Sem borda na parte posterior, a piscina se integra à paisagem - o segredo está na construção

Texto: Sandro Prezotto

Olhando para uma piscina de fundo infinito, ou também chamada de borda infinita, a impressão que temos é de que a lâmina da água encontra a linha do horizonte. A proposta encanta, confere mais elegância ao projeto e, apesar de exigir uma execução mais cuidadosa e trabalhosa, a obra é semelhante à da convencional. A principal diferença é que o lado que faz limite com a paisagem não tem borda, permitindo que a água passe sem barreiras. Logo abaixo, há um tanque, um espelho d’água ou uma canaleta, contornando a área de transbordo.

Ali é recolhida e armazenada a água que será devolvida à piscina por um sistema de retorno. “É importante calcular corretamente o volume do tanque”, alerta o engenheiro civil Lineu Botta de Assis. O sistema de retorno da água é o mesmo usado na filtragem e a água que desce é reposta constantemente - é possível utilizar a mesma bomba e o filtro da piscina. Por isso, é fundamental um bom planejamento para dimensionar corretamente os equipamentos e calcular a potência necessária.

É justamente esse mecanismo que encarece o projeto. “Parte do tanque de concreto avança sobre a paisagem. Por isso, o terreno ideal para executar piscinas com bordas infinitas, quando estas estão locadas diretamente no solo, é o que apresenta desníveis. Elas também podem ser executadas em lajes de coberturas, onde há efeito similar”, justificam os arquitetos Arnaldo Razzante e Huang Kuo Che, da Ravic Arquitetura e Urbanismo.

Para construir uma piscina nesses moldes é preciso que o tanque principal seja executado em concreto. Os revestimentos internos podem ser os convencionais azulejos e pastilhas e até mesmo o vinil. “Além disso, é possível criar bordas arredondadas, degraus, cachoeiras e tudo o que se usa numa piscina tradicional”.

A obra

“O segredo está na execução. A mão de obra deve ter um cuidado maior, seguir o projeto e os detalhes à risca para conseguir o efeito desejado”.

 Um ponto imprescindível é que a piscina esteja totalmente nivelada, pois caso contrário a água não transborda por igual. Segundo Assis, a borda infinita deve ter no mínimo 1,40 m de altura, permitindo que o usuário contemple a vista de pé e com segurança. É possível ainda construir um banco de alvenaria no local, de aproximadamente 0,60 m de altura, como se fosse uma prainha.

“Para a posição da calha de transbordo não há uma medida de altura específica. Isso dependerá do efeito desejado. Se quiser um transbordo simples, a calha pode estar entre 15 e 20 cm abaixo da linha da água”. Porém, se a ideia for criar o efeito de cascata, a calha deve estar mais próxima do fundo da piscina pelo lado externo. Caso essa parte fique à vista no projeto, é preciso preocupar-se com o revestimento.

 

 

Todos os profissionais são unânimes em dizer que a impermeabilização de uma piscina de fundo infinito deve ser feita com o mesmo cuidado das tradicionais. “Além disso, não se deve esquecer que o tanque de retorno também deve ser impermeabilizado”.

Há ainda outro ponto positivo além da estética: as partículas que ficam suspensas sobre a água nas piscinas convencionais, como folhas e poeira, são rapidamente escoadas para o tanque pelo transbordamento, deixando a lâmina de água sempre limpa.

Dá para transformar

Agora, se a sua piscina já está finalizada e você se interessou por esse projeto, ainda dá tempo para mudar de ideia. “Para transformar uma piscina convencional de concreto em uma de fundo infinito deve-se analisar as interferências, como topografia e paisagem, entre outras variáveis”.

“Para isso seria necessário rebaixar de 15 a 20 cm a borda do fundo infinito e executar o sistema de retorno, recompondo as impermeabilizações”, analisa Assis. Tudo dependerá de um bom planejamento.

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