CREARE SOLUCOES & DESIGN

14 de julho de 2009

Que tal um plástico bolha que nunca acaba?

Arquivado em: DICAS DE DECORAÇÃO — admin @ 19:31

Quanto custa fazer o revestimento dos pisos da sua casa

Arquivado em: CASA — admin @ 19:26

12/04 - 08:30hrs

A variedade de tipos de pisos é enorme – e os preços também. Conheça as características e preços de cada um, saiba o que levar em conta na hora da escolha e calcule quanto você vai gastar

Redação

 

Como combinar beleza e preço baixo? Sofisticação e qualidade? Beleza e praticidade? Essas são as características levadas em conta na hora de escolher o piso que mais combina com a sua casa. 

A arquiteta Gláucia Melo, consultora da empresa especializada Interfloor, diz que algumas combinações não saem de moda e levá-las em consideração pode facilitar a escolha. “Por exemplo: unificar um mesmo piso para sala, quartos e hall é uma escolha certeira que deixa o ambiente clean e aconchegante”, afirma.

As cerâmicas e os porcelanatos acompanham a tendência mundial que aponta para grandes formatos e para a reprodução do aspecto e toque de tecidos, fibras, pedras nobres, couro, madeira e cimento queimado.

Até os anos 90, as cerâmicas comuns dominaram o mercado. Só então surgiu o porcelanato, feito de uma mistura de argila e feldspato queimada em alta temperatura (de 1 200 °C a 1250 °C). Por sua durabilidade e aparência, ele tornou-se a vedete da área. Mesmo sendo da família dos revestimentos cerâmicos, concorre também com as pedras naturais. 

Outras duas tendências que chegaram para ficar são o carpete de madeira e o cascolac, o último usado para dar brilho e consistência aos tacos de madeira, muito usado nos anos 60. “Ambos dão aspecto rústico e o último cabe no bolso de quem não tem muito dinheiro para gastar com reforma”, explica Gláucia.

Agora, se a preocupação não é o valor a ser gasto, o mármore impressiona e tem durabilidade recorde. “Só que enquanto o piso de madeira varia de R$ 250 a R$ 300 o metro quadrado, um piso de mármore pode chegar a custar R$ 400 o metro quadrado, quase o dobro do preço”, completa a arquiteta.

Dicas de piso e preço médio

Cerâmica – O preço médio da cerâmica é de R$ 50 m². A vantagem de se escolher este piso é a praticidade de limpeza e manutenção. E a desvantagem é que a cerâmica é um piso frio e nem sempre está no gosto do comprador. Segundo Glaucia Melo, a cerâmica não é mais vista como um material que desvaloriza o ambiente ou o imóvel. “Tem cerâmicas maravilhosas que imitam mármore”, diz.

Piso de madeira – Glaucia gosta de usar o piso palito, um taco fininho e compridinho que está na moda: “É uma releitura do parquet. Deixa o apartamento ou a casa moderno”. De acordo com a diretora da Gasômetro Pisos, Alcina Muller, vários fatores compõem o preço do piso palito: madeira, tipo de resina e cola. Ela informa que o valor varia entre R$ 110 a 160 por m², instalado e acabado, com rodapé. Glaucia diz que já não é tão comum usar assoalho. “Assoalho é ecologicamente incorreto. E as madeiras de demolição são caríssimas”, diz Glaucia. 

Carpete de madeira – É o antigo laminado. O preço médio é de R$ 70 m². A vantagem é que não faz barulho, não é piso frio e nem de madeira. “A manutenção é fácil. Tem uma relação custo benefício muito boa, diz Glaucia.

Mármore – Top do top. Pode custar, em média, US$ 200. De acordo com Glaucia, normalmente é usado em sala e banheiro, o que pode ser uma estratégia para se gastar menos. “Você pode definir o mármore para uma área e colocar laminado no restante dos ambientes”, orienta. O mármore é fácil de limpar, tem grande durabilidade e valoriza o imóvel.

Granito – Este material é mais usado em cozinha e em áreas externas. Há uma enorme variedade de granitos. Para dar uma ideia de preço, o branco polar custa em média R$ 30 o m².

Carpete – Embora menos usado, ainda se faz presente na decoração. Hoje em dia, a tendência é usar apenas no quarto ou em um ambiente. O carpete da linha Austin Millenium custa em média R$ 20 o m².

Quartos de bebê em estilos opostos: clássico x moderno

Arquivado em: CASA — admin @ 19:19

06/07 - 10:55hrs

Confirmada a gravidez, é hora de sonhar com o cantinho do nenê. Para ajudar nessa deliciosa tarefa, conheça as características destes dois estilos e veja qual tem o seu perfil

Yara Guerchenzon

 

Tudo depende dos desejos da futura mamãe. Na verdade, do pai também, afinal ele tem direito a dar sua opinião, nem que seja para que o quarto tenha as cores do seu time do coração ou objetos que retratem seus esportes preferidos, o que aliás é bem comum. Mas o resultado final do tão sonhado quarto do nenê está diretamente ligado ao perfil da família, se é mais tradicional ou adepta de novidades.

 

Veja galeria de fotos com projetos de quartos de bebê

 

Mães mais românticas tendem à decoração clássica, rica em detalhes. Enquanto as arrojadas partem para soluções clean, práticas e com poucos elementos. Mas é claro que pode-se fazer um mix com os dois estilos; uma opção que traz personalidade ao projeto. Um exemplo é utilizar no ambiente clássico uma luminária ou uma poltrona moderna, de design, para o canto da amamentação. Já no moderno, pode-se inverter, empregando uma poltrona Luiz XV, toda torneada, para suavizar o ambiente de linhas retas.

 

Segundo Daniela Mancurti Mason, proprietária da Valencien, loja de enxovais, as características que distinguem à primeira vista um projeto clássico e um moderno são as cores e estampas: “Tons vibrantes e estampas geométricas ou um floral graúdo já definem uma proposta moderna. Enquanto os clássicos exibem cores suaves e estampas e bordados delicados, como o richiliê”, opina.

 

Mamães clássicas

 

Existem composições que são fórmulas de sucesso, fáceis de serem reproduzidas. Quem se encanta por projetos clássicos, pode apostar no provençal, que se utiliza da cor branca para móveis e objetos, porém sempre com o acabamento desgastado, o que dá um quê de peça antiga. Além disso, nesse estilo, muitos elementos são usados de forma simétrica, desde um enfeite até as almofadas.

 

Para a arquiteta Priscila Baliú, da Franchini/Baliú Arquitetura, o diferencial do estilo clássico são os móveis: “O próprio desenho remete ao romantismo, com linhas harmônicas”. Assim, o mobiliário em geral apresenta detalhes torneados e partes estofadas ou com palhinha na cor branca. Podem ter apliques de resina ou madeira em formato de brasão, floral ou de flor de liz. Para a cômoda e criado-mudo, os puxadores podem ser de vidro (ou cristal), porcelana, madeira ou resina, mas em formato floral ou delicado.

 

Para as paredes, não tem erro: use um lambri (pode ser de MDF ou gesso) com ripas verticais à meia altura e complete a parede com um tecido ou papel com estampas tradicionais, como listras finas, poás ou toile de jouy. As cores podem ser as mais suaves, como rosa, azul claro, amarelo, lilás, verde água, bege; ou tons escuros e elegantes, como azul marinho e bordô.

 

No teto, os lustres de ferro patinado em branco, com braços e pequenas cúpulas revestidas em tecido (pode ser coordenado com o enxoval) e pingentes de cristal já caracterizam o estilo provençal. Alguns ainda têm adornos florais ou de pássaros na estrutura de metal.

 

Os quadrinhos, por sua vez, têm local de destaque, em geral formando um trio, acima do lambri e no local do berço ou da cama da babá, isso se a ideia é ter uma. Alguns têm molduras trabalhadas com o fundo no tecido que predomina no ambiente e podem exibir no centro apliques de resina em branco patinado.

 

Mamães modernas

 

Os móveis de linhas retas e, em geral, laqueados de branco, são o ponto de partida para projetos arrojados. Outra opção é o mobiliário com acabamento na madeira natural, que remete ao estilo country e à natureza. Para que ganhe ares modernos, basta aplicar adesivos divertidos nas paredes próximas ao berço ou à cômoda.

 

Se a preferência é pelo papel de parede ou uma pintura artística, invista nos desenhos geométricos, como bolas e faixas largas, flores graúdas ou motivos bem lúdicos. Para os detalhes da marcenaria, aposte em puxadores escavados na madeira para a cômoda e o criado-mudo e todos os recursos que deixam o visual clean. “Uma poltrona de design e o mobiliário sem ornamentos reforçam a estética bonita e funcional”, considera Priscila Baliú.

 

E o lambri pode ser utilizado aqui também, pois facilita a higiene. Mas deve ter um desenho contemporâneo, como painéis lisos ou com ripas largas na horizontal. Para expor bichinhos e objetos, nichos de MDF em branco ou de acrílico são bons complementos.

 

Quanto à iluminação, pontos de luz podem ficar embutidos no teto com rebaixo de gesso, além de um pendente simples, com cúpula de linhas retas. E as cores predominantes são tons vibrantes de verde, azul, amarelo e pink. Mas cuidado para não abusar: aplique em uma parede e repita em alguns objetos, no tapete e nos bordados do enxoval. Assim, você evita que o resultado seja pesado demais para um quarto de bebê.

 

Leia mais sobre: quartos de bebê

Perfeita integração: una sala de jantar e estar em um só ambiente

Arquivado em: MOVEIS SOB MEDIDA — admin @ 19:16

CASA Notícia

10/07 - 08:30hrs

Quem disse que os espaços de estar e jantar não podem ficar juntos? Uma pitada de criatividade e elegância pode juntar os dois do jeito que você sempre quis

Anna Schimtz

 

Finalmente mudou para a sua sonhada casa? Entre móveis e objetos, você se depara com um problema: como unir em um único espaço todo o mobiliário de sua sala de estar com a de jantar? Juntar esses dois ambientes não é uma exclusividade de apartamentos menores. Há casas grandes com áreas sociais amplas onde ficam reunidos o estar, a mesa de jantar e até o home theater, tudo integrado, o que aliás é uma forte tendência.

 

Veja galeria de fotos com salas de estar e jantar integrados

 

Dentro deste conceito, há quem prefira mesmo derrubar paredes para juntar as duas salas. Isso dá ao local a sensação de amplitude. Mas para que essa união seja bem-sucedida, é preciso tomar alguns cuidados. “Para integrar o espaço social é preciso derrubar as barreiras e deixar os ambientes livres. Eles sempre vão parecer maiores”, comenta a designer de interiores Deborah Roig.

 

Foi isso que a designer fez para esta edição da Casa Cor em São Paulo, no Family Room, de apenas 28m². “A proposta era morar com conforto e integração para pais, filhos e amigos conviverem prazerosamente com atividades diferentes”, explica. A mesa da sala de jantar atende às incursões gastronômicas, mas também pode se transformar em uma mesa para jogos, ao mesmo tempo em que fica próxima ao home theater. No Family Room, Deborah Roig ainda acrescentou uma lareira para deixar o espaço ainda mais aconchegante.


Na vida real

 

Para você ter uma sala parecida com esta da Casa Cor é preciso ter móveis práticos. “Sofás confortáveis, poltronas (se possível giratórias para facilitar a comunicação) e cadeiras com braço para mesa de refeição – que é mais confortável também”, acrescenta Deborah Roig.

 

Só que integrar as duas salas não significa encher o ambiente de objetos. É terminantemente proibido nesta decoração colocar peças no meio da circulação. “Isto torna difícil o acesso e acaba sendo pouco convidativo, prejudicando a integração das pessoas nas salas.”

 

Uma dica é optar por uma mesa redonda, que colabora com a fluidez e ocupa menos espaço, evitando problemas com quinas ou com o movimento de pessoas ao redor. “O ideal é também concentrar os móveis nas laterais e deixar a circulação livre, para promover essa integração”, acrescenta a especialista.

 

Evite também sofás grandes demais ou com encostos altos que tornam o ambiente menor e mais “poluído”. Para ambientes menores, uma dica é pendurar na parede tevês de LCD ou plasma, que não ocupam espaço e dão charme. Estante alta e cheia de objetos também não é recomendada.

 

Se você mora em apartamento, pode utilizar outro recurso para integrar a área social: a cozinha americana, cujo balcão pode ficar anexado à mesa de jantar. “Sem dúvida é mais prazeroso preparar algo para comer dividindo a atenção dos convidados ou de um programa na tevê do que estar fechado em outro ambiente”, sugere Deborah Roig.

Agradáveis refúgios

Arquivado em: CASA — admin @ 19:13

CASA Notícia

12/07 - 08:30hrs

É no sótão que em geral guardamos todas as bagunças da casa. Mas saiba que essa área pode desempenhar outras funções, inclusive em local para hora de lazer

Marcella Georgetti

 

O espaço mais alto de um imóvel pode ser transformado em um cantinho de brincar das crianças ou para namorar. Também pode ser uma área guarda-tranqueiras ou destinada a um pequeno home-theather, e até mesmo abrigar uma adega. “Independente de qual for o uso é importante deixá-lo muito aconchegante, pois esse é um lugar bastante especial da casa. É sempre um privilégio ter um sótão”, diz a design de interiores Maria Fernanda Correa, de São Paulo.

 

Como normalmente este tipo de área tem pé direito baixo, a boa notícia é que não existe um espaço mínimo para montá-lo. Deve-se ficar atento para que a área possa oferecer circulação a uma pessoa e local para guardar algo ou mesmo relaxar.

 

Primeiro passo para montar


Antes de construir um sótão é preciso verificar a estrutura da casa, do telhado e do forro. Isso vai evitar danos futuros causados por goteiras, rachaduras e mesmo sujeira externa. A designer Maria Fernanda explica que em algumas situações, no entanto, a montagem desse espaço fica inviável. “Em situações de casas muito velhas, com estruturas comprometidas e rachaduras; e em casos em que não se tem altura suficiente, onde o pé direito ficará muito baixo, causando desconforto para quem for usá-lo”, observa.


O que usar no forro e no piso


Os materiais mais indicados para serem utilizados na cobertura do teto são gesso, madeira e até mesmo PVC. A dica é aproveitar a estrutura existente para que o pé direito não seja reduzido mais que o necessário. “No Brasil, é importante evitar produtos que aquecem o ambiente, como o PVC, e outros que seguram o calor dentro do ambiente”, avisa Fernanda Zveibil Coifman, designer de interiores de São Paulo.

 

Já a arquiteta Karina Korn, também da capital paulista, diz que no caso da adaptação do sótão para se constituir em mais um cômodo da casa, os forros de madeira são bem-vindos. “Além de bonitos, eles nos dão conforto térmico. Para fazer a vedação do piso do sótão, procedimento que vai isolar toda a área, Karina indica massa de calafetação e espuma em spray. “Depois da aplicação de um desses dois produtos, apenas cubra novamente a área com material isolante”, ensina.

Minijardim: economia no preço e no tamanho

Arquivado em: DICAS DE DECORAÇÃO — admin @ 19:11

13/07 - 11:00hrs

A escolha certa das espécies é o ponto de partida para montar um espaço aconchegante. Confira esta e outras dicas

Nina Bellino

 

“Paisagismo é sinônimo de qualidade de vida”, define Gilberto Matter, engenheiro florestal com especialização em paisagismo, de Curitiba. Em outras palavras, a natureza tem poder antiestresse. Seja num pequeno jardim ou num simples vaso, num apartamento ou casa, o efeito relaxante do verde é inegável. Mas não é simplesmente encher o lar de plantinhas e pronto. É preciso ter alguns cuidados para conquistar esse relax e, claro, um ambiente mais vivo e bonito.

 

 

Veja galeria de fotos


O que fazer no apê?

A proposta é transformar a sacada em área de lazer com a disposição adequada de vasos. “Ela deve seguir a arquitetura do apartamento, com toque mais moderno ou clássico”, comenta a paisagista Maricy Pissinatti, de São Paulo. Segundo a expert, a seleção das espécies depende da preferência dos moradores e, mais ainda, do sol, da sombra e do tamanho das plantas.
“No caso de uma varanda sombreada pode-se colocar pacova, palmeira Chamedorea, Spatifilum (lírio-da-paz), dracena ou até espada de São Jorge”, descreve Maricy. Caso a área seja ensolarada, a paisagista indica frutíferas híbridas (jabuticabeira, romã, carambola e limoeiro, entre outras) que costumam fazer sucesso e produzir com um ano de idade.
“Arbustos que dão flores, como azaléias, strelitzias e gardênias também são ótimos. Vale a pena até apostar em palmeiras como a Fênix se o pé direito for alto”, sugere a especialista. “O uso de fontes completa a sensação de bem-estar e um sistema de iluminação garante a permanência no jardim durante à noite”, finaliza Gilberto Matter. Mas quando não há varanda, a solução é colocar vasos na sala mesmo, escolhendo cores e estilo que harmonizem com o ambiente.
O que fazer em casas?
Montar um jardim na entrada ou no fundo do quintal também tem seus segredinhos. Além do gosto de cada pessoa, é importante observar o clima, o solo e o tamanho. Conforme os paisagistas, é possível empregar árvores frutíferas que, além de sua beleza, atraem pássaros e borboletas. Ou ainda trepadeiras como as tumbérgias, árvores como as azaléias e plantas perfumadas como as caliandras. A instalação de deck, pergola e banco confere mais aconchego ao ambiente. Agora se não houver terra, a solução é espalhar vasos externa ou internamente.
Dicas:
Pensar nos moradores é básico

 

A presença de crianças e animais de estimação, por exemplo, não indica espécies que podem causar intoxicação. É essencial saber o que as pessoas querem e o tempo que dispõem. “Quando o usuário tem menos intimidade com plantas, um jardim clean é o mais indicado, pois necessita de menos atenção e a manutenção é econômica”, avisa Gilberto Matter.
 “Enquanto as plantas perenes (como buchinho, que é moldado em topiarias) permanecem sempre verdes e não perdem as folhas no outono e no inverno, as sazonais (como o amor-perfeito) só florescem numa determinada época”, comenta Gilberto. Justamente por isso não é recomendado o plantio exclusivo das sazonais. “O jardim deve ser bonito 365 dias do ano”, lembra o engenheiro florestal.
A idade das mudas faz a diferença no custo
 “Normalmente, as mais adultas, formadas em altura e diâmetro, são mais caras que as jovens. Portanto, é um bom item para diminuir os gastos”, explica a paisagista Maricy Pissinatti.

 

Outro detalhe a ser considerado: forrar a terra

 

 Além de deixar o visual mais bonito, ajuda a manter a umidade do solo, o que favorece as plantas maiores. “Há pedriscos, seixos, casca de árvore e diferentes tipos de grama”, comenta. Pode ser grama Esmeralda (empregada em campos de golfe e jardins de praia, precisa de bastante sol para se desenvolver), São Carlos (usada em campos de futebol, é ótima para climas frios e tolera mais sombra do que o tipo esmeralda), Santo Agostinho (é a que mais tolera sombra) ou Imperial (parecida com a esmeralda, também precisa de sol). “E caso ninguém pise na área, há ainda as gramas rasteiras, como a amendoim”, esclarece Maricy Pissinatti.
Manutenção é tudo
Independentemente do tamanho, a área não pode ser esquecida se você quiser que mantê-la sempre bonita e saudável. Isso significa regar e adubar adequadamente (lembre-se de que as plantas precisam de água e alimento), prestar atenção nos períodos de poda e até se há presença de pragas e doenças. “Distribuído em vasos ou diretamente no chão, o jardim deve ser bem cuidado para garantir o investimento”, comenta a paisagista de São Paulo.
Leia mais sobre: jardinagem

  http://casa.ig.com.br/noticia/2009/07/13/minijardim+economia+no+preco+e+no+tamanho++7247905.html

Piscina inusitada

Arquivado em: PISCINA — admin @ 18:53

Roxo, rosa, verde… Corante orgânico promete mudar a tonalidade da água por até 6 horas

Por Natalie Antar
Arquivo

Quer dar um toque inusitado e divertido à sua piscina? Um corante orgânico desenvolvido em Toulouse, na França, promete colorir por cerca de 6 horas a água de piscinas sem manchar roupas ou causar danos à saúde. O produto faz sucesso atualmente na Europa, Estados Unidos e Canadá por proporcionar o “efeito cinderela”, ou seja, durante algumas horas pode-se optar por ter a água nas cores rosa, lilás, amarelo, azul profundo, azul-turquesa e verde. Ideal para uma festa ou para divertir a garotada. Para a piscina voltar ao normal, é fácil: basta colocar cloro na água. O Aquacouler, nome de batismo do corante, foi desenvolvido por dermatologistas e farmacologistas, e não irrita os olhos. Basta diluí-lo diretamente na água e curtir a nova cor temporária. De acordo com o fabricante, o produto não altera a proteção do cloro, o pH e a transparência da água. Mais informações nos sites: www.hidroazul.com.br ou www.aquacouleur.com.

 

Arquivo

Mostras dos sonhos

Arquivado em: CASA — admin @ 18:49

 

Mostras dos sonhos

s mostras de arquitetura, decoração e paisagismo tomaram grandes proporções no Brasil, abrindo um vasto caminho para novas ideias e criações neste segmento. Elas ditam tendências vindas de diversos lugares do mundo e sua influência serve também de vitrine para apresentar o talento dos profissionais da área e as novidades de empresas do setor. Muito mais do que isso, esse tipo de exposição apresenta um sonho, um desejo, e proporciona uma experiência única aos amantes dessas artes encantadoras.

Precursora desta realidade, a Casa Cor faz parte da história de um negócio que começou a crescer e não parou mais. Atualmente, esses eventos são verdadeiros disseminadores da revitalização do design de interiores no país, que exploram diferentes formas de morar, que aguçam os sentidos e a sensibilidade do público cativo.

Depois de marcar o Brasil, a Casa Cor levou seu conceito para o exterior. Hoje ela pode ser vista em mais três países: Peru, Panamá e Suécia. Em terras brasileiras, 14 diferentes regiões recebem as principais novidades, sendo elas: Bahia, Brasília, Campinas, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Sorocaba e São Paulo.

A necessidade de expandir e oferecer novas oportunidades fez a Casa Cor ampliar suas áreas de atuação com a reformulação da Casa Boa Mesa, evento voltado para a gastronomia e a decoração, e criou também a Casa Office, este direcionado para escritórios, e a Casa Kids, voltado para o mundo da imaginação dos pais – e, principalmente, dos filhos.

Esse prestígio foi alcançado graças a uma grande família: o elenco de profissionais, sejam arquitetos, decoradores ou paisagistas. Criativos, ousados e dedicados, eles compõem uma classe que também só cresce e acompanha o desenvolvimento do mercado. Para se ter uma ideia, de acordo com a Associação Brasileira de Designers de Interiores (ABD), em 1980 tínhamos 200 especialistas na área; atualmente, são mais de 50 mil.

Nosso principal aliado, o público que frequenta a Casa Cor, demonstra-se a cada ano mais interessado, exigente e diversificado – tanto é que nossas pesquisas demonstram os diversos perfis de visitantes, que vão desde estudantes e profissionais da área até pessoas que buscam inspiração para sua casa ou local de trabalho. E mais: são admiradores que acompanham, cuidadosamente, todos os aspectos de um evento como esse, como ambientes, marcas, tendências e, é claro, detalhes.

Com essa pluralidade, somos impulsionados a reinventar. Por isso, investimos em algo que se tornou extremamente necessário: o entretenimento. É essencial oferecer opções de gastronomia, atividades de lazer, workshops, etc. Diferenciais como esses despertam boas sensações, pois assim as pessoas permanecem mais tempo nas mostras e aproveitam o local para marcar encontros, como almoços de negócios, chás da tarde ou até mesmo um passeio cultural. Hoje, o entretenimento representa boa parte do intenso crescimento da Casa Cor. Comparando dados históricos, a primeira edição, em 1987, teve 6,7 mil visitantes, enquanto a do ano passado já batia a marca dos 116 mil.

Há o lado da indústria que impulsiona, como nunca, o setor. Empresas moveleiras, de decoração, tecidos, pisos, louças, metais, luminárias, entre outras, preocupam-se constantemente em expor suas marcas. Elas têm visibilidade garantida, pois não há nada melhor do que mostrar produtos de decoração em seu “habitat natural” (sem contar, naturalmente, os potenciais consumidores, visitantes que se encantam e tornam-se clientes assíduos).

Neste ano vamos surpreender, mais uma vez, com a realização de três eventos simultâneos: Casa Cor, Casa Hotel e o novíssimo Casa Kids. A concepção ousada dessas mostras prova o quanto ainda é possível criar, transformar e saborear trabalhos bem elaborados, que ajudam a alimentar o sonho. E, às vezes, o sonho é possível.

João Doria Jr.
Empresário, jornalista e publicitário.
Presidente do Conselho de Casa Cor, da DORIA.

retirado de:

http://www.casaemercado.com.br/materia.php?hIdSecao=33&bMenuEditorial=1

A gaúcha Bortolini Móveis conquista prêmio de mobiliário corporativo

Arquivado em: MOVEIS SOB MEDIDA — admin @ 18:47

Depois de completar seis décadas de história no mercado mobiliário corporativo, a Bortolini Móveis conquista um grande prêmio de arquitetura do setor.

O projeto arquitetônico da nova unidade fabril em Garibaldi, Rio Grande do Sul, foi vencedor do VI Grande Prêmio de Arquitetura Corporativa na categoria Parque Industrial e Centros de Distribuição (CDs). São 18.000 m2 de área construída, que abrange os espaços administrativos, de vendas, de produção, de lazer e de showroom.

O plano geral de edificação contempla conceitos sustentáveis, como iluminação e a ventilação natural nas áreas administrativa e industrial, células fotovoltaicas para captar energia para a iluminação da parte externa, além de uma cobertura vegetal para controlar a temperatura.

Serviço: Bortolini - http://www.bortolini.com.br/ - (54) 3462-1800

Casa&Mercado - 13.07.09 - 15h10

Powered by WordPress