CREARE SOLUCOES & DESIGN

11 de dezembro de 2009

Ganhe mais espaço em casa

Arquivado em: CASA, DICAS DE DECORAÇÃO — admin @ 13:28

04/12 - 07:45hrs

Especialistas dão dicas de como usar a decoração para criar a sensação de amplitude

Anamaria Rinaldi, iG São Paulo

 

Com as casas e apartamentos cada vez menores, saber usar alguns truques de decoração para criar a ilusão de amplitude ou, de fato, ganhar mais espaço nos ambientes, se torna essencial para que a residência seja confortável, sem oprimir os moradores.

Segundo a arquiteta Brunete Fraccaroli, a melhor opção é utilizar o velho truque do jogo de espelhos, mas nesse caso, não adianta ter peças pequena. “Espelhar uma das paredes inteira, do chão ao teto, cria a sensação de profundidade.”


No projeto de Sueli Adorni, o espelho ocupa a parede toda.

Mas não faça isso com a maior parede de cômodo para ter que o tiro não saia pela culatra. Uma dica é posicionar o espelho no menor lado do ambiente, de frente para onde houver mais móveis, como a sala de jantar, por exemplo. “Isso dá a impressão de que o espaço é maior e possui mais elementos”, afirma a designer de interiores Vanessa Trad.

Menos é mais

Quando for mobiliar a casa, lembre-se que quanto mais peças forem colocadas num mesmo espaço, menor o ambiente parecerá. É preferível ter um sofá de três lugares e uma poltrona, a dois sofás, um de dois e outro de três lugares. Dessa forma, se terá o mesmo número de assentos, porém, ocupando menos espaço.

Além do número de móveis, a escolha dos modelos também faz diferença. “O melhor é ter um mobiliário todo com a mesma altura e, de preferência, não muito altos. Evite sofás e poltronas com encosto alto. Até mesmo esculturas muito volumosas fazem o ambiente ficar menor”, diz Vanessa.


Dê preferência a cores claras e padronize a altura do mobiliário.

A arquiteta e designer de interiores Sueli Adorni ainda dá outra dica. “Quadros, telas e imagens com profundidade, além de fotos em perspectiva também ampliam o ambiente, principalmente se forem grandes.”

A escolha das cores é fundamental

Adotar cores claras e neutras nas paredes, móveis e cortinas ajuda a criar a sensação de amplitude. “Assim como colocar um tapete de cores neutras que pegue todo ambiente, também é recomendável”, diz Brunete. Contudo, ela não indica que se separe a parede com dois tons diferentes, o que pode criar um efeito contrário ao desejado.

Além da pintura, outras alternativas de revestimentos podem ser usados na parede, mas a regra geral deve ser mantida. “Se quiser colocar papel de parede é melhor escolher tons neutros e claros, como branco, bege, marrom ou creme. Estampas ou modelos mais coloridos devem ser aplicados em apenas uma parte do cômodo”, diz Vanessa.

Linhas verticais na parede também podem ser empregadas para alongar o ambiente, seja num papel de parede ou com a ajuda de lambris.


Linhas verticais alongam o espaço como na sala de Vanessa Trad.

Sueli afirma que o teto e o piso devem ser de tons claros, principalmente branco, para deixar o pé direito maior. “No piso, o melhor é empregar um revestimento frio, mas se a pessoa faz questão de ter o piso de madeira, recomendo adotar uma cor mais escura, como ipê, para contrastar com o teto claro”, afirma Vanessa.

Aposte no jogo de luz e sobra

A iluminação também é importante. “Uma dica é posicionar luminárias em locais estratégicos, criando focos de luz pontuais”, diz Brunete. Para Vanessa, quanto mais claro o ambiente, mais amplo ele parecerá. “Para complementar pode-se empregar luz direta em uma parede ou focada em um quadro. Isso ajuda a destacar outras coisas que não o tamanho do ambiente”, diz.


Brunete Fraccaroli valeu-se de imagem gigante e iluminação pontual.

Para ampliar o corredor, uma solução é iluminar uma das paredes e ter poucos quadros ou gravuras. “É melhor ter uma imagem maior a várias pequenas”, diz Brunete. Vanessa recomenda também empregar luminárias pequenas, que podem estar com o facho de luz voltado para cima.

Fonte:http://casa.ig.com.br/noticia/2009/12/04/ganhe+mais+espaco+em+casa+9169954.html

Cacos cerâmicos são recicláveis

Arquivado em: DICAS DE DECORAÇÃO — admin @ 13:25

08/12/2009 - 20:19

Olá. Tudo bem? Tenho um banheiro em casa que teve algumas cerâmicas arrancadas e agora também não tem janela. Gostaria de saber como posso tapar os lugares que estão sem cerâmica com outro tipo de material? Tem algum material reciclado que posso usar nestes lugares e que seja barato?
Obrigada?

 

Olá Priscila, que tal se você usar a velha técnica de caquinhos cerâmicos?Podem ser feitos  em qualquer tipo de cerâmica, de preferência eu faria em lugares espalhados pelas paredes dando a idéia que você fez proposital, me entende?Eu daria uma homogeneizada no visual escolhendo em cada parede um canto para preencher com os cacos: eles podem ser da mesma cor do seu revestimento ou coloridos.Neste caso você teria que comprar ou conseguir umas peças soltas para poder produzir os cacos.Se  fosse igual ao existente bastava você retirar umas outras peças da parede e quebrar!Muito reciclável eu diria!

 

Veja também este exemplo que placa telada que já vem pronta em forma de caquinho de Mosaico invecchiatto bianco, telado (30 x 30 cm) composto de cacos de cerâmica envelhecida e esmaltada. Da Lepri, R$ 134,90 o m²

 ac-0261-revestimentos-ceramicas_24 

 

 DCAM1965

Mais imagens de trabalhos em mosaico:

http://oficinademosaico.blogspot.com/2009_07_01_archive.html

 

 

 

 

Viajando pela rede achei muito curioso este artigo sobre a “febre” de revestimentos de cacos de cerâmica que marcou época na nossa capital

“O mistério do marketing das lajotas quebradas”. 

 

Por Eng. Manoel Henrique Campos Botelho

 

Pode algo quebrado valer mais que a peça inteira? Aparentemente não. Mas no Brasil já aconteceu isto, talvez pela primeira vez na história da humanidade. Vamos contar esse mistério.

Foi na década de 40 / 50 do século passado. Voltemos a esse tempo. A cidade de São Paulo era servida por duas indústrias cerâmicas principais. Um dos produtos dessas cerâmicas era um tipo de lajota cerâmica quadrada (algo como 20×20cm) composta por quatro quadrados iguais. Essas lajotas eram produzidas nas cores vermelha (a mais comum e mais barata), amarela e preta. Era usada para piso de residências de classe média ou comércio.

No processo industrial da época, sem maiores preocupações com qualidade, aconteciam muitas quebras e esse material quebrado sem interesse econômico era juntado e enterrado em grandes buracos.

Nessa época os chamados lotes operários na Grande São Paulo eram de 10×30m ou no mínimo 8 x 25m, ou seja, eram lotes com área para jardim e quintal, jardins e quintais revestidos até então com cimentado, com sua monótona cor cinza. Mas os operários não tinham dinheiro para comprar lajotas cerâmicas que eles mesmo produziam e com isso cimentar era a regra.

Certo dia, um dos empregados de uma das cerâmicas e que estava terminando sua casa não tinha dinheiro para comprar o cimento para cimentar todo o seu terreno e lembrou do refugo da fábrica, caminhões e caminhões por dia que levavam esse refugo para ser enterrado num terreno abandonado perto da fábrica. O empregado pediu que ele pudesse recolher parte do refugo e usar na pavimentação do terreno de sua nova casa. Claro que a cerâmica topou na hora e ainda deu o transporte de graça pois com o uso do refugo deixava de gastar dinheiro com a disposição.

 

 

Agora a história começa a mudar por uma coisa linda que se chama arte. A maior parte do refugo recebida pelo empregado era de cacos cerâmicos vermelhos mas havia cacos amarelos e pretos também. O operário ao assentar os cacos cerâmicos fez inserir aqui e ali cacos pretos e amarelos quebrando a monotonia do vermelho contínuo. É, a entrada da casa do simples operário ficou bonitinha e gerou comentários dos vizinhos também trabalhadores da fábrica. Ai o assunto pegou fogo e todos começaram a pedir caquinhos o que a cerâmica adorou pois parte, pequena é verdade, do seu refugo começou a ter uso e sua disposição ser menos onerosa.

Mas o belo é contagiante e a solução começou a virar moda em geral e até jornais noticiavam a nova mania paulistana. A classe média adotou a solução do caquinho cerâmico vermelho com inclusões pretas e amarelas. Como a procura começou a crescer a diretoria comercial de uma das cerâmicas descobriu ali uma fonte de renda e passou a vender, a preços módicos é claro pois refugo é refugo, os cacos cerâmicos. O preço do metro quadrado do caquinho cerâmico era da ordem de 30% do caco integro (caco de boa família).

Até aqui esta historieta é racional e lógica pois refugo é refugo e material principal é material principal. Mas não contaram isso para os paulistanos e a onda do caquinho cerâmico cresceu e cresceu e cresceu e , acreditem quem quiser, começou a faltar caquinho cerâmico que começou a ser tão valioso como a peça integra e impoluta. Ah o mercado com suas leis ilógicas mas implacáveis.

Aconteceu o inacreditável. Na falta de caco as peças inteiras começaram a ser quebradas pela própria cerâmica. E é claro que os caquinhos subiram de preço ou seja o metro quadrado do refugo era mais caro que o metro quadrado da peça inteira… A desculpa para o irracional (!) era o custo industrial da operação de quebra, embora ninguém tenha descontado desse custo a perda industrial que gerara o problema ou melhor que gerara a febre do caquinho cerâmico.

De um produto economicamente negativo passou a um produto sem valor comercial a um produto com algum valor comercial até ao refugo valer mais que o produto original de boa família…

 

 

 

 

 

 

 

A história termina nos anos sessenta com o surgimento dos prédios em condomínio e a classe média que usava esse caquinho foi para esses prédios e a classe mais simples ou passou a ter lotes menores (4 x15m) ou foram morar em favelas.

São histórias da vida que precisam ser contadas para no mínimo se dizer:
– A arte cria o belo, e o marketing tenta explicar o mistério da peça quebrada valer mais que a peça inteira… “

 

autor: Manoel Henrique Campos BotelhoFonte:http://colunistas.ig.com.br/dicasdaarquiteta/2009/12/08/cacos-ceramicos-sao-reciclaveis/

Vida longa aos arranjos florais

Arquivado em: DICAS DE DECORAÇÃO — admin @ 13:21

11/12 - 07:45hrs

Faça as flores durarem mais na água neste verão

Lila de Oliveira, especial para o iG

 

Arranjos feitos com flores cortadas podem ser ótimas opções para enfeitar a casa em festas e jantares. Mas por não contarem com grande estrutura para se alimentar, sua duração em geral é curta. Para prolongar a sobrevida, alguns artifícios usados por floristas profissionais podem ser de grande valia.

Começe lavando o recipiente onde posicionará as flores. Utilize água e detergente. O artista floral Luís Evangelista indica a colocação de aproximadamente três dedos de água antes de montar o arranjo.

“Troque a água do vaso pelo menos duas vezes por semana e, a cada troca, corte as hastes das plantas na diagonal, deixando cerca de 10 cm sem folhas. Quando o corte é reto, a área de contato com o líquido fica menor e, consequentemente, absorve-se menos água”, diz. 

Para a florista Stans Scheltinga, é necessário usar um canivete bem afiado e inserir as plantas no vaso uma a uma, assim que forem cortadas, “para as células não secarem”. “Retire as flores ‘machucadas’ ou amareladas e o arranjo se desenvolverá melhor. Remova também folhagens que estiverem em contato com a água, pois elas propiciam a proliferação de bactérias.” 

A água deve estar na temperatura ambiente e é importante manter o arranjo em um local não muito claro se não quiser que as flores abram muito rápido.

Atente-se, ainda, para as condições de ventilação, pois correntes de ar tornam os botões murchos. Fluídos conservantes – disponíveis em floriculturas e casas de jardinagem – também ajudam, pois garantem a beleza do arranjo por pelo menos mais quatro dias.

Para o seu arranjo floral durar mais tempo, a dica de Luís Evangelista é optar por flores tropicais como antúrios, helicônias e alpínias. “Se bem cuidadas, elas podem sobreviver até 15 dias no arranjo”, afirma. Espécies de clima temperado, como rosas, gérberas, lírios, lisiantos e hortênsias costumam durar de sete a oito dias.

Fonte:http://casa.ig.com.br/noticia/2009/12/11/vida+longa+aos+arranjos+florais+9230271.html

16 de novembro de 2009

Fibras naturais invadem a casa

Arquivado em: DICAS DE DECORAÇÃO — admin @ 16:56

16/11 - 17:00hrs

Com design arrojado e apelo ecológico, móveis feitos com fibras naturais ganham status de luxo

Yara Guerchenzon, especial para o iG

 

Com a crescente valorização das matérias-primas naturais, o mobiliário feito com fibras vem ganhando cada vez mais espaço nos projetos de decoração e integrando-se plenamente a estilos contemporâneos e urbanos.

Antes restritos às varandas e casas de praia, esses móveis já não pertencem mais apenas ao universo rústico. Ao contrário, fazem bonito junto a peças com estrutura de metal cromado, pisos de mármore e estofados com tecidos sofisticados.

Sustentável e economicamente viável, a utilização das fibras naturais na decoração garante um toque exótico, aconchegante e descontraído, que muitas vezes conseguindo suavizar ambientes excessivamente sóbrios. “Seja em tecidos, tapetes ou na produção de móveis, as fibras naturais são extremamente confortáveis”, diz José Armando Cerello, diretor da loja que leva seu sobrenome.

Adepta desse tipo de mobiliário em grande parte de seus projetos, a designer de interiores Neca Abrantes conta que os fabricantes mais renomados oferecem produtos da mais alta qualidade: “As fibras são submetidas a processos anti-pragas e ainda recebem um verniz para impermeabilização antes de serem trançadas”, revela.

Assim, se tempos atrás havia certa preocupação com a durabilidade desses móveis, isso já não é mais problema. Porém, as peças feitas com fibras naturais realmente não resistem à chuva e muita umidade. Mas podem suportar alguns respingos d’água.

Portanto, nada de colocá-las no jardim ou perto da piscina. O mais adequado são varandas cobertas e ambientes internos mesmo. “As fibras naturais podem revestir desde a bancada do lavabo até os sofás do living”, afirma Neca.
Fonte:http://casa.ig.com.br/noticia/2009/11/16/fibras+naturais+invadem+a+casa+9104998.html

BANHEIRO NOVO SEM REFORMA

Arquivado em: DICAS DE DECORAÇÃO — admin @ 16:49
BANHEIRO NOVO SEM REFORMA
 
Se entrar no banheiro e olhar aquela parede de azulejos tão sem-graça e aquele amontoado de peças sem personalidade enche seus olhos de lágrimas ou desperta um desejo incontrolável por mudanças é bom se acalmar e trabalhar!

 

1 – Pinte
Os azulejos podem ganhar vida nova se forem pintados. A tinta epóxi é uma tinta do tipo esmalte e precisa ser misturada a um catalisador antes de ser usada. Ela tem grande durabilidade, é resistente a umidade e por isso mesmo pode ser aplicada nas paredes do banheiro, sem medo. A tinta Suvinil Esmalte Epóxi é fácil de encontrar e está disponível em centenas de cores, no sistema SelfColor. Antes de aplicá-la é importante preparar a superfície, usando o Fundo Branco Epóxi. A Sherwin-Williams também fabrica uma tinta especial para azulejos. A Novacor Azulejo é uma tinta acrílica que pode ser diluída em água e aplicada normalmente sobre a superfície. Ambas as tintas devem manter distância de piscinas, saunas e banheiras.

 

2 – Enfeite
Quem disse que banheiro tem que ter cara de banheiro? Aproveite as paredes e pendure quadros, fotos ou pôsteres com diferentes molduras. Crie composições com molduras pequenas ou médias. Se quiser um quadro grande, escolha uma área de destaque.

 

3 – Invista nos detalhes
Compre tapetes coloridos, com formas inusitadas e dê uma cara mais divertida ao chão. Se você usa touca de banho para proteger os cabelos, compre aqueles modelos coloridos, estampados ou rendados e deixe-a bem a mostra, como peça decorativa. Box, espelho e até mesmo os azulejos da parede podem ganhar mais destaque se você usar decoradores aderentes feitos em gel atóxico. A TokStok oferece diversos modelos. Basta retirá-los do pacote e grudá-los na parede, sem cola ou qualquer outro produto.

 

4 – Subverta
Não é porque a papeleira é indispensável que ela tem que ser sem-graça ou caretinha. Subverta a finalidade das coisas e use um vaso de vidro de boca larga e altura média para acomodar os rolos de papel higiênico. Ou compre uma cesta de vime, palha ou qualquer outro material natural e use-a para acomodar os rolos extras. Se olhar com carinho para os rolinhos brancos, perceberá que eles têm uma forma linda e que podem ficar empilhados ou acomodados na horizontal sobre uma prateleira, criando uma composição pra lá de inusitada, como fizeram as arquitetas Agnes Manso e Maria Alice Miglorancia no Banheiro Público Feminino da Casa Cor São Paulo desde ano.

 

5 – Capriche na organização
Móveis soltos e peças avulsas dão uma aparência mais leve e casual ao ambiente. Por isso, prefira os gaveteiros aos armários e compre peças feitas em metal, vime, madeira ou mesmo plástico (desde que colorido). Uma alternativa inusitada é usar aqueles carrinhos de cabeleireiro para acomodar escovas de dente, sabonetes, cosméticos, maquiagem e toda a infinidade de apetrechos que usamos diariamente. Esses carrinhos ainda têm lugar para pendurar o secador e acomodar as escovas de cabelo. Use as paredes para instalar prateleiras e sobre elas, acomode caixas coloridas ou de fibras naturais.

 

6 – Pendure, mas de um jeito diferente
Esqueça os ganchos e porta-toalhas presos à parede ou porta. Há no mercado uma infinidade de toalheiros de chão, feitos em metal cromado, madeira, aramado e até mesmo em vime. Por serem retangulares, dá para estender a toalha, evitando a formação de mofo ou mau-cheiro. Para um apoio extra, use um cabideiro de chão. Cadeiras e banquetas também dão um charme extra ao espaço e servem para acomodar a roupa.

Fonte: Fernanda Peruzzo

EXTRAIDO: http://www.organizesuavida.com.br/si/site/0243

12 de novembro de 2009

São Paulo terá workshop de design

Arquivado em: DICAS DE DECORAÇÃO — admin @ 18:36

12/11 - 15:00hrs

Curso gratuito tem como objetivo desenvolver a criatividade

Da redação

 

O Istituto Europeo di Design (IED) sediará, no dia 28 de novembro, o workshop “Escultura – Arte: O que Permeia Tudo Isso”, ministrado pelo designer André Cruz.

O curso, gratuito, será aberto aos alunos do IED e ao público externo, mas as vagas são limitadas. Os interessados devem se inscrever o quanto antes pelo site da instituição.

Com o objetivo do curso é desbloquear a criatividade e dar ferramentas para tornar uma ideia em algo real, transformando-a em um objeto palpável por meio do uso de materiais simples do cotidiano - “com o que tiver pela frente”. Por isso, os alunos deverão trabalhar com cortes, dobraduras e colagens, sem usar o computador.
 



Workshop “Escultura – Arte: O que Permeia Tudo Isso”
Data: 28/11 (sábado)              �
Horário: 9h às 16h
Local: Istituto Europeo di Design (IED)
Endereço: Rua Maranhão, 617, Higienópolis - São Paulo/SP
Inscrições: via site 
Vagas Limitadas
Gratuito

Fonte: http://casa.ig.com.br/noticia/2009/11/12/sao+paulo+tera+workshop+de+design+9077907.html

14 de julho de 2009

Que tal um plástico bolha que nunca acaba?

Arquivado em: DICAS DE DECORAÇÃO — admin @ 19:31

Minijardim: economia no preço e no tamanho

Arquivado em: DICAS DE DECORAÇÃO — admin @ 19:11

13/07 - 11:00hrs

A escolha certa das espécies é o ponto de partida para montar um espaço aconchegante. Confira esta e outras dicas

Nina Bellino

 

“Paisagismo é sinônimo de qualidade de vida”, define Gilberto Matter, engenheiro florestal com especialização em paisagismo, de Curitiba. Em outras palavras, a natureza tem poder antiestresse. Seja num pequeno jardim ou num simples vaso, num apartamento ou casa, o efeito relaxante do verde é inegável. Mas não é simplesmente encher o lar de plantinhas e pronto. É preciso ter alguns cuidados para conquistar esse relax e, claro, um ambiente mais vivo e bonito.

 

 

Veja galeria de fotos


O que fazer no apê?

A proposta é transformar a sacada em área de lazer com a disposição adequada de vasos. “Ela deve seguir a arquitetura do apartamento, com toque mais moderno ou clássico”, comenta a paisagista Maricy Pissinatti, de São Paulo. Segundo a expert, a seleção das espécies depende da preferência dos moradores e, mais ainda, do sol, da sombra e do tamanho das plantas.
“No caso de uma varanda sombreada pode-se colocar pacova, palmeira Chamedorea, Spatifilum (lírio-da-paz), dracena ou até espada de São Jorge”, descreve Maricy. Caso a área seja ensolarada, a paisagista indica frutíferas híbridas (jabuticabeira, romã, carambola e limoeiro, entre outras) que costumam fazer sucesso e produzir com um ano de idade.
“Arbustos que dão flores, como azaléias, strelitzias e gardênias também são ótimos. Vale a pena até apostar em palmeiras como a Fênix se o pé direito for alto”, sugere a especialista. “O uso de fontes completa a sensação de bem-estar e um sistema de iluminação garante a permanência no jardim durante à noite”, finaliza Gilberto Matter. Mas quando não há varanda, a solução é colocar vasos na sala mesmo, escolhendo cores e estilo que harmonizem com o ambiente.
O que fazer em casas?
Montar um jardim na entrada ou no fundo do quintal também tem seus segredinhos. Além do gosto de cada pessoa, é importante observar o clima, o solo e o tamanho. Conforme os paisagistas, é possível empregar árvores frutíferas que, além de sua beleza, atraem pássaros e borboletas. Ou ainda trepadeiras como as tumbérgias, árvores como as azaléias e plantas perfumadas como as caliandras. A instalação de deck, pergola e banco confere mais aconchego ao ambiente. Agora se não houver terra, a solução é espalhar vasos externa ou internamente.
Dicas:
Pensar nos moradores é básico

 

A presença de crianças e animais de estimação, por exemplo, não indica espécies que podem causar intoxicação. É essencial saber o que as pessoas querem e o tempo que dispõem. “Quando o usuário tem menos intimidade com plantas, um jardim clean é o mais indicado, pois necessita de menos atenção e a manutenção é econômica”, avisa Gilberto Matter.
 “Enquanto as plantas perenes (como buchinho, que é moldado em topiarias) permanecem sempre verdes e não perdem as folhas no outono e no inverno, as sazonais (como o amor-perfeito) só florescem numa determinada época”, comenta Gilberto. Justamente por isso não é recomendado o plantio exclusivo das sazonais. “O jardim deve ser bonito 365 dias do ano”, lembra o engenheiro florestal.
A idade das mudas faz a diferença no custo
 “Normalmente, as mais adultas, formadas em altura e diâmetro, são mais caras que as jovens. Portanto, é um bom item para diminuir os gastos”, explica a paisagista Maricy Pissinatti.

 

Outro detalhe a ser considerado: forrar a terra

 

 Além de deixar o visual mais bonito, ajuda a manter a umidade do solo, o que favorece as plantas maiores. “Há pedriscos, seixos, casca de árvore e diferentes tipos de grama”, comenta. Pode ser grama Esmeralda (empregada em campos de golfe e jardins de praia, precisa de bastante sol para se desenvolver), São Carlos (usada em campos de futebol, é ótima para climas frios e tolera mais sombra do que o tipo esmeralda), Santo Agostinho (é a que mais tolera sombra) ou Imperial (parecida com a esmeralda, também precisa de sol). “E caso ninguém pise na área, há ainda as gramas rasteiras, como a amendoim”, esclarece Maricy Pissinatti.
Manutenção é tudo
Independentemente do tamanho, a área não pode ser esquecida se você quiser que mantê-la sempre bonita e saudável. Isso significa regar e adubar adequadamente (lembre-se de que as plantas precisam de água e alimento), prestar atenção nos períodos de poda e até se há presença de pragas e doenças. “Distribuído em vasos ou diretamente no chão, o jardim deve ser bem cuidado para garantir o investimento”, comenta a paisagista de São Paulo.
Leia mais sobre: jardinagem

  http://casa.ig.com.br/noticia/2009/07/13/minijardim+economia+no+preco+e+no+tamanho++7247905.html

25 de maio de 2009

Decore a sua casa sem dor de cabeça

Arquivado em: DICAS DE DECORAÇÃO — admin @ 18:00
Publicada em 22/05/2009
Com bom planejamento, o proprietário valoriza o imóvel e evita gastos desnecessários
Fonte: Jornal da Tarde

E eis que chega a hora de se mudar para a nova casa. Mas casa nova requer nova decoração. A tarefa, porém, não deve ser encarada como um sinônimo de dor de cabeça. Com uma boa decoração, o consumidor valoriza o imóvel e o torna mais aconchegante. O bom planejamento ainda serve para evitar gastos desnecessários com objetos que, às vezes, nem se adaptam à casa nova.

Atenção com as armadilhas, recomenda a arquiteta e decoradora Jóia Bergamo. Para escapar dos problemas, afirma ela, é preciso ter um projeto nas mãos. “Normalmente, as pessoas que não contratam um profissional tendem a comprar objetos e mobiliários maiores do que o espaço comporta. É o tradicional ”peru no pires” que se costuma dizer. Não compre pela empolgação. Tire as medidas e confira bem se estão corretas”, alerta Jóia.

O profissional também pode dar boas dicas e ajudar com a iluminação da casa. A iluminação embutida em gesso, por exemplo, permite ter vários circuitos, o que irá gerar uma economia no bolso do futuro proprietário, já que ele acenderá uma lâmpada de cada vez. “Gosto de misturar lâmpadas PAR20, dicroica e AR70. Elas se harmonizam entre si”, diz a arquiteta. Sobre as cores, sugere as claras, que tornam o ambiente agradável para receber parentes e amigos.

Prepare o espírito para achar o profissional certo. Converse com vizinhos, amigos e parentes que já recorreram ao trabalho de decoradores e arquitetos. Depois, marque uma entrevista. Ela não é cobrada. Dessa forma, o consumidor irá esclarecer o quanto pode gastar no projeto e como deseja decorar a casa nova. “Para obter um resultado melhor, procure, sempre que possível, um profissional. O produto final será outro”, garante Jóia Bergamo.

Os preços variam de acordo com o profissional. Alguns cobram por metro quadrado; outros por hora técnica. Por isso, é essencial falar o quanto se pretende gastar no total, incluindo as despesas com o projeto e a execução. Com base nessas informações, o decorador saberá quanto vai cobrar e o tipo de obra que é possível fazer com o orçamento disponível.

O contrato de trabalho merece cuidado redobrado, pois nele devem constar todos os detalhes da obra. As responsabilidades do profissional precisam estar expressas de maneira clara, assim como os prazos de entrega, o preço, a forma de pagamento e as consequências de uma eventual rescisão. Exija documentos relativos à situação jurídica do contratado. Pelo CPF, é fácil identificar se existe alguma ação judicial contra o sujeito ou se ele está com o nome sujo na praça. Bom senso e diálogo são importantes em caso de imprevistos após a contratação do profissional.

Ao escolher o revestimento, o proprietário deve levar em consideração os outros itens da casa. No mercado, há produtos artesanais, além de grafismos e mosaicos que são obtidos com pastilhas. É aconselhável comprar todo o material de uma só vez. Assim, não fica com peças com cores diferentes. O comprador pode verificar a qualidade do revestimento pela classe de abrasão superficial (PEI), que indica se o produto se destina para as áreas internas ou externas da casa, além de medir a sua resistência de 1 a 6. Revestimentos com PEI mais alto representam produtos mais resistentes.

As famílias que acabaram de comprar um imóvel, e estão com poucos recursos, podem tirar proveito de outras maneiras, sem precisar recorrer ao trabalho de um arquiteto ou decorador. “Quem estiver com pouco dinheiro pode buscar materiais com custos mais baratos, mas que também são de qualidade, como tinta, espelho e tecido. Vale reaproveitar aquilo que já tem, com um toque de criatividade”, ensina Jóia Bergamo. Veja, ainda, se os objetos esquecidos no fundo da garagem não podem ter algum tipo de utilidade.

O comprador também não precisa decorar a casa assim que adquiri-la. “O planejamento detalhado das despesas ajuda o cliente a não se atrapalhar com as prestações da moradia, que são de extrema relevância para o mutuário não ficar inadimplente com a Justiça e correr o risco de perder a propriedade”, acrescenta o consultor da Associação Brasileiras de Moradores e Mutuários (ABMM), Wilson Gomes.

PASSO A PASSO:
Não compre por impulso.Faça um bom planejamento
Elabore um projeto com um profissional especializado
Evite gastos desnecessários com objetos que, às vezes, não se adaptam à casa nova
Tire as medidas do imóvel e verifique se estão corretas
Quando pintar a moradia, escolha cores claras
Escolha o revestimento que combine com os itens do imóvel
Quem estiver com pouco dinheiro deve usar materiais com custo mais barato, como tinta, espelho e tecido
Reaproveite objetos esquecidos na garagem

22 de maio de 2009

Micos da decoração - Pode usar? Depende

Arquivado em: DICAS DE DECORAÇÃO — admin @ 12:51

Pinguim de geladeira é brega? E flor artificial, sanca, textura e anão de jardim? Na etiqueta da arquitetura, da decoração e do paisagismo, o certo e o errado estão intimamente ligados. Dúvidas de internautas sobre esses e outros mitos foram enviadas ao site de Casa e Jardim e esclarecidas por especialistas, que afirmam: nada é tão radical a ponto de garantir o veto ou o passe livre

Natalie Antar. Repórter de imagem Camile Comandini

PINGUIM
Drama e humor na geladeira
Qual é a sua reação ao se deparar com um pinguim de louça em cima da geladeira? Arrepio, gargalhada ou simpatia? Seja qual for o resultado, ele é mais legítimo e legal do que o DNA cafona que a ave carrega. “Acredito que o mito não seja o pinguim e sim falar que algo é brega”, diz Marcelo Rosenbaum. Para o designer, tudo pode e depende da história de cada um. Não existe o proibido. “Acredito que a relação das pessoas com os objetos é algo íntimo e pessoal.” Cada um tem o direito de colocar o que quiser e onde quiser, desde que aquilo corresponda à sua essência. Isso vale para o pinguim de qualquer cor e material ou outra peça. Segundo ele, tirar objetos de seu contexto pode ser interessante. “Nada precisa estar onde foi dito para ficar. O que conta é a interpretação de cada um.” Ao lado, pinguins da Rachel Hoshino à venda na 62º.

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